terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


"A gente se arrisca porque gosta de chorar de vez em quando. E se arrisca mais forte ainda porque gosta de sorrir também, digo eu, que não gosto (nem um pouco) do verbo prender. Prender o riso. Prender o choro. Prender o grito. Prender o verbo. Faz a gente deixar de ser, a gente."   (Vanessa Leonardi) 

"Gosto de borboletas.
Me fazem lembrar que na vida,
tudo se transforma.
Sempre."

(Vanessa Leonardi)
"Nunca se sabe qual é o dia mais importante da sua vida. Não até ele acontecer. Você não reconhece o dia mais importante da sua vida até que esteja no meio dele. O dia que você se compromete com algo ou alguém. O dia que você tem seu coração partido. O dia que você conhece sua alma-gêmea. O dia que você se dá conta que não há tempo suficiente, porque você quer vive para sempre. Esses são os dias mais importantes. Os dias perfeitos."

(Grey's Anatomy - final da 5° temporada)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

“Porque é tão mais fácil aturar a vida sabendo que tem você. Agora sem você, meu amigo, a coisa é feia, realmente feia.”

 (Caio Fernando Abreu)

“Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto. Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida. Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.” 

 (Lya Luft – Livro “Pensar é transgredir”).


 "Eu só quero que ele nunca se esqueça que eu o amo, só isso.”

(Thamiris Castro.R)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Sabe quando você lembra do sorriso dele e involuntariamente você sorri também?

(Caio F. de Abreu)